Por Adrián Martinez, da La Ruta del Clima, parceira da Agência Jovem de Notícias
Traduzido por Daniele Savietto
Depois de um ano de negociações difíceis na América Latina e no Caribe, o Brasil estava pronto para sediar a próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas do Clima (COP25), mas renunciou antes de ser nomeado. Costa Rica, Chile e Guatemala, em seguida, intervieram e se ofereceram como anfitriões, mantendo assim a sede da cúpula em um país latino-americano.
Todo ano, o local da conferência muda de uma região para outra. Isso é essencial, pois permite que ONGs e países enfatizem as agendas climáticas de cada região. Além disso, essa rotação possibilita que a sociedade civil de cada continente participe e se aproxime do processo.
Com a candidatura da Costa Rica, Chile e Guatemala, inicia-se o processo de negociação dentro do grupo de países da América Latina e Caribe (GRULAC), para definir qual país tem o apoio e as condições para realizar essa tarefa.
A Cúpula sobre Mudança Climática reúne uma média de 25 mil pessoas durante as duas semanas de negociações. Ao mesmo tempo, é também um processo diplomático que dura um ano inteiro. Neste cenário, o país organizador assume a liderança perante o mundo para levar adiante a agenda climática.
No momento, a Guatemala recebeu o apoio de Honduras. Este processo de seleção é difícil; não podemos esquecer que o Brasil enfrentou forte oposição da Venezuela quando solicitou a candidatura.