Primeiro dia de Fórum Mundial de Direitos Humanos

Uma adoradora da cultura indígena, uma negra, um porto alegrense, cariocas e paulistas, vão chegando ao Centro Internacional de Convenções do Brasil. Na fila do credenciamento, principalmente, pessoas de várias partes do mundo. As partes do mundo se encontram para discutir seus próprios direitos.

Uma peruana, uma brasiliense, um paraibano, uma mineira e uma baiana radicada no Rio, esperando o transporte oficial do Fórum no Setor Hoteleiro Sul, trocam experiências e piadas das suas regiões.

O paraibano é José Taunaí, 57, com formação em economia. José atua na defesa de minorias em uma terra seca, Patos, na Paraíba. Ele esclarece: “eu sou do perímetro da seca”. Aqui no Fórum Mundial de Direitos Humanos ele representa a Prefeita. Taunaí, como gosta de ser chamado, tem 4 filhos e 3 netos , e luta pelos direitos de jovens e idosos, mulheres e negros na Secretaria Executiva de Articulação Social da sua cidade, onde a chuva representa a própria vida.

Luiz Magno – Goiânia
Estudante de Jornalismo na PUC – Goiás
Voluntário no FMDH
20 anos de idade

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