OPAS e governo do Estado de SP premiam jovens que criarem aplicativos sobre serviços de saúde

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Da Redação | Imagem: Divulgação

Utilizar aplicativos mobile para aproximar os adolescentes dos serviços públicos de saúde e premiar as melhores ideias com viagens e smartphones. Este é o objetivo do 1º Prêmio Aplicativo Saúde Adolescente, iniciativa da Organização Pan Americana da Saúde (OPAS) e da Secretaria Estadual da Saúde do Estado de São Paulo, e executado pelo CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável).

Os participantes devem desenvolver aplicativos que abordem temas importantes para a saúde do adolescente como prevenção de DSTs, gestação e início da vida sexual. Para participar é preciso ter de 10 a 19 anos e residir no estado de São Paulo.  “Os aplicativos serão avaliados por uma equipe técnica e por júri popular, e os melhores serão premiados com smartphones. O autor do melhor aplicativo receberá uma viagem para os EUA com tudo pago para participar da Conferência Youth Health, e outra para um Congresso no Rio de Janeiro”, revela Sérgio Rosenhek, coordenador executivo do CIEDS.

Segundo Guto Vitoy, consultor da OPAS, o Prêmio surgiu da necessidade de melhorar as formas de comunicação com jovens e adolescentes, tornando as mensagens de saúde atraentes a este público.  “A principal expectativa é que se reduzam as distâncias entre os serviços e as equipes de saúde com os adolescentes e jovens, fazendo com que as informações cheguem nos usuários com qualidade e assertividade”, conta.

Para a Doutora Albertina Duarte, Coordenadora Estadual do Programa Saúde do Adolescente, esta iniciativa é um exemplo que deve ser adotado por outros estados e países. “Essa é uma demonstração para o mundo da mobilização de São Paulo na área da saúde. Uma mobilização coletiva entre profissionais da saúde diretamente com os adolescentes”, afirma.

Katherine Zavagnison, participante dos grupos de discussões do Programa Saúde Adolescente, e que testou a plataforma online para criação dos aplicativos, avalia.  “O adolescente não se prende a assuntos relacionados à saúde sexual e reprodutiva porque muitas vezes a abordagem não é atraente, por isso há necessidade de pensar em maneiras mais lúdicas de chegar neste público”, complementa.

As inscrições devem ser feitas pelo site do Prêmio.

Jornalista, professor e educomunicador. Responsável pelos conteúdos da Agência Jovem de Notícias e Revista Viração.

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