Economia criativa: uma solução esperançosa para os dias caóticos?

Por Maria Eduarda Matias
Mentoria Tarcísio Camelo
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Já se perguntou se existe uma maneira de transformar toda essa energia criativa em algo que realmente faça a diferença? Hoje vamos explorar um pouquinho da economia criativa – um conceito que une cultura, inovação e sustentabilidade para criar um futuro mais brilhante e inclusivo. Quem sabe a resposta para as grandes questões desse mundo caótico não esteja em redescobrir o poder da criatividade?

Olá, jovens esperançosos sobre a situação do mundo! Aqui estou para poder tranquilizar (um pouco) a cabecinha de vocês que estão preocupados com o futuro do nosso planeta e trazer mais algumas alternativas que podemos incentivar/fazer para melhorar nossa situação geral 🙂 

Muitas pessoas desacreditam do potencial da humanidade de trazer/fazer/falar o  bem, eu sei que às vezes é muito difícil acreditar mesmo, devido a diversos acontecimentos, comentários e cenários que presenciamos. Mas eu faço parte da pequena parcela de jovens que são doidos para ver esse mundão melhorando, então eu prefiro acreditar e lançar boas energias, além de pesquisar notícias e contextos bons também (até porque coisa ruim a gente já vê demais).

Então, vamos ao conteúdo! Você já ouviu falar em Economia Criativa? 
Se sim, sabe o que é? 

A primeira vez que ouvi esse termo foi esse ano na minha faculdade, e eu me surpreendi ao saber que existe um mercado que valoriza o conhecimento nacional, a cultura e a sustentabilidade. Nós estamos tão acostumados com esse capitalismo intenso destruidor de mentes, rotinas e pessoas que sequer pensamos que existe uma maneira mais saudável de gastar, consumir e ter nossas coisinhas. E, isso já está tão impregnado no nosso interior que automaticamente ao ouvirmos/lermos a palavra “consumir” já associamos a algo negativo, mas se pararmos para pensar, nós sempre estaremos consumindo e já tá na hora de aprendermos a lidar com isso de uma maneira mais positiva e saudável, não colocando tanta pressão em cima de algo que queremos comprar.

Apresento a vocês a Economia Criativa:

Uma economia, que diferente da tradicional de manufatura, agricultura e comércio, foca em produtos e serviços ESSENCIALMENTE criativos, que vêm do cerne do potencial individual ou coletivo humano, criados a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual. As Nações Unidas categorizam a economia criativa como atividades que produzem bens tangíveis ou intangíveis, intelectuais e artísticos, com conteúdo criativo e valor econômico. Além de promover o desenvolvimento social inclusivo.

É uma gestão que fortalece MUITO os criadores artísticos individuais, os artesãos, a cultura popular e os artistas nacionais. É uma forma de valorizar (de verdade) e conhecer muito mais da nossa arte, do nosso design, da moda, da música… da gente!

Outras áreas que também estão envolvidas nesse setor, são: tecnologia e inovação, desenvolvimento de softwares, jogos eletrônicos e aparelhos de celular, TV, rádio, cinema e fotografia, além das diferentes formas de comunicação e seu uso mercadológico.

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) em seu Relatório de Economia Criativa 2013 destaca que a economia criativa se tornou uma força transformadora no mundo de hoje, de acordo com o SEBRAE. É um dos setores que está crescendo super rápido tanto em geração de renda, quanto também na geração de empregos e em ganhos na exportação.

A economia criativa é direcionada por quatro princípios:

  • Diversidade Cultural: valorizar, proteger e promover a diversidade das expressões culturais nacionais como forma de garantir a sua originalidade, a sua força e o seu potencial de crescimento.
  • Inclusão social: garantir a inclusão integral de segmentos da população que em situação de vulnerabilidade social por meio da formação e qualificação profissional e da geração de oportunidades de trabalho, renda e empreendimentos criativos.
  • Sustentabilidade: promover o desenvolvimento do território e de seus habitantes garantindo a sustentabilidade ambiental, social, cultural e econômica.
  • Inovação: Fomentar práticas de inovação em todos os setores criativos, em especial naqueles cujos produtos são frutos da integração entre novas tecnologias e conteúdos culturais.

É um setor em ampla expansão, que engloba os setores públicos e privados, as organizações sem fins lucrativos (como fundações e OSCs), associações profissionais e a sociedade como um todo. Por isto, a economia criativa apresenta um enorme potencial de transformação e inclusão socioeconômica. 

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Maria Eduarda Matias

Em uma busca constante por conhecer um pouquinho mais do mundo. E, no meio disso, sigo tentando impactar as pessoas pela minha fala, minha escrita… e, consequentemente, também ser impactada. Oii, eu sou a Duda Matias e amo perceber a vida em minha volta <3

Maria Eduarda Matias

Em uma busca constante por conhecer um pouquinho mais do mundo. E, no meio disso, sigo tentando impactar as pessoas pela minha fala, minha escrita… e, consequentemente, também ser impactada. Oii, eu sou a Duda Matias e amo perceber a vida em minha volta <3

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