Por: Cristiane Thomazelli (RR) e Alex Pamplona (PA), da Agência Jovem de Notícias
Brasília, capital do país, será o ponto de encontro de Jovens de todas as regiões do Brasil, para participar da II Conferência Nacional de Políticas Públicas para Juventude, de 09 a 12 de dezembro. A etapa nacional é resultado de um longo e árduo processo, que mobilizou milhares de jovens nas conferências livres, municipais, regionais e estaduais. Momento em que cada um e cada uma refletiram sobre o contexto e realidade de suas regiões, e, diante disso, construíram propostas de políticas públicas.
A Conferência traz representantes dos mais variados movimentos: estudantil, social, cultural, esportivo, religioso, quilombolas, indígenas, jovens com deficiências, dos espaços rurais e urbanos, ONG’S, pesquisadores, instituições de ensino, e, quem não podia faltar, gestores públicos e muito mais. Os participantes da II Conferência Nacional terão a responsabilidade de debater e formular políticas públicas que respondam aos diversos anseios e angústias enfrentadas por jovens nos quatro quantos do país, tas como: acesso ao trabalho, saúde, educação, fortalecimento de políticas de incentivo a cultura.
Para saber o que os participantes esperam da conferência, entre avanços e desafios, a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicador@s, com a Agência Jovem de Notícias, sai pelo Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, local da Conferência, para conversar com alguns participantes sobre mobilização e participação dos jovens, entre outras curiosidades. Veja algumas opiniões:
Olyntho Garcia Neto, secretário estadual da Juventude e dos Esportes do estado do Tocantins:
“A juventude precisa debater, formular e monitorar as propostas de políticas públicas que sairão dessa conferência, os gestores precisam estar atentos a todas as demandas da juventude, para que possam construir juntos”.
Jefferson Pataxó, Bahia:
“Precisamos de ações de mobilizações que dêem resultados. Infelizmente as políticas publicas não chegam realmente nas comunidades mais distantes, principalmente para juventude indígena que precisa de atenção. Nossa principal luta é por reforma agrária, que possa demarcar nossas terras. Mas, só isso não basta, é preciso investimento para que os jovens possam trabalhar nas terras”.
