Por Edson, Aldair, Luciano, David e Maileen.
Entrevistamos hoje, na chegada das delegações, os adolescentes e adultos e perguntamos sobre o que eles esperavam na 9ª Conferência Estadual dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes de Santa Catarina.
Confira abaixo:
“Espero aprender bastante, que seja colocado em pratica as propostas aqui discutidas”. Suiane, 15 anos, Brusque.
“É necessária a conscientização das pessoas quanto a esse assunto, os colégios ficam em greve e o governo não dá a importância necessária à educação, esquecendo de oferecer um ensino público de qualidade às nossas crianças. Ninguém precisa de cotas, e sim de condições de aprendizado suficientes para disputar em igualdade com alunos provenientes do ensino privado”. Maulina Santos (mãe de adolescente). Florianópolis
“Viemos para a conferência porque estamos revoltadas com a falta de áreas de lazer, afinal não há segurança nesses lugares onde deveriamos nos divertir, e neles circulam pessoas de má influência”. Natália, 15 anos, e Luciana, 13, de Jaraguá do Sul.
“Espero levar todas essas propostas para Brasília”. Juliana, 25 anos, de Guarujá do Sul.
“A conferência é um passo importante para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes”. Alécio Macineiro, 48 anos, de Brusque.
Saiba mais:
O que é 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente?